domingo, 7 de fevereiro de 2016

DE BÊBADO, REALMENTE, NÃO TEM DONO!


SEM DÓ, NEM PIEDADE!

Aquela noite começou num botequinho qualquer aqui na minha cidade, praticamente vazio no meio da madrugada. Sentados frente a frente numa mesa com quatro lugares, tomamos algumas cervejas entre muitos papos e muitas gargalhadas. E claro, como não poderia faltar, uma boa dose de sacanagem...rs.
Conheci o Diogo* através de uma dessas baladas da vida, através de amigos em comum. Apesar de ter os seus 41 anos, era um meninão. Bom de papo, engraçado e gato. Quando nos conhecemos, nos identificamos de primeira, mas acreditem, não transamos logo de cara, apesar da vontade. 
Chegamos a marcar dois ou três happy hour, sem que acontecesse nem um beijinho, só para bater papo naquele dia onde não havia nada pra fazer, sabe? Só pelo prazer da companhia do outro.
Risada e chopp era nossa especialidade. 
Até o dia que resolvemos transar!  Daí, a gente se superou! Kkkkk...
Num dos nossos encontros posteriores a nossa 'primeira vez', depois de pegar um cineminha, paramos no botequinho quase deserto para uma saideira e fomos ficando, conversando e o garçom descendo cerveja atrás de cerveja. 
Eu percebendo que já estava toda alegrinha comecei a diminuir o ritmo nos goles e o Di, que sempre foi bem cavalheiro, percebeu que deveria fazer o mesmo em determinada hora.
Passou a noite toda mirando meu decote sem dizer nada, mas com umas a mais na cabeça, todo assanhado, num certo momento, lá pelas tantas da madrugada, estendeu o braço por cima da mesa e apertou meu peito e depois o bico, bem forte, que estava apontado na blusa (sempre assim...rs) e disse:
- Quero morder bem aí... Deixa?
Eu, que não esperava, senti tesão na hora (repito, meus peitos são meu ponto fraco!) , mas arregalei os olhos, olhando para os lados, para saber se alguém tinha visto, mas as poucas pessoas do lugar estavam bem ocupadas com sua própria bebedeira. Diogo percebendo o meu leve desconforto, caiu em si e sentou do meu lado dizendo no meu ouvido:
- Desculpa...sei que passei dos seus limites, mas não resisti a esses peitões bicudos apontando pra mim! Desculpa mesmo, delícia! Mas que eu quero, eu quero!
- Então pede a conta! - retruquei.



Apesar de ter sentido tesão e estar alegrinha, estava bem consciente e realmente não gostei da brincadeira, porque Guarulhos é um ovo e vira e mexe tu encontra um conhecido qualquer ou conhecido de um conhecido, que bota reparo em tudo que você faz. Não devo nada para ninguém, ninguém paga minhas contas, mas tenho família e faço questão de preservá-la.
Ninguém precisa saber que em quatro paredes sou uma piranha e adoro putaria! Minha vida sexual é coisa minha!
Mais que depressa saímos do bar, eu fazendo um beicinho (charme! Kkkkk...) para ver o Diogo culpado e ele continuou se desculpando, mas só eu sabia que a minha buceta estava pulsando bem forte de tanto tesão que senti naquela atitude descarada daquele tarado embriagado! A xota estava úmida. Sentia escorregar ao andar. Se eu não estivesse no meu território, teria até incentivado...kkkkk!
- Vamos dormir lá em casa. Prometo que não te importuno hoje. Vamos jogar vídeo game e tomar mais umas! - disse tentando desfazer o meu bico.
E foi o que fizemos. Cheguei no apê dele e fui direto pro banho, e por causa do calor, fiquei de calcinha e sutiã na sala enquanto ele tomava banho também. Já tinha intimidade com ele para passear pela casa daquele jeito. 
Ele, após sair do banheiro, foi até a cozinha, tirou duas cervejas da geladeira, sentou do meu lado, PELADO, com o pau mole e aquele saco delícia, ligou o vídeo game e nos jogamos no Dark Souls. Depois de umas 5 garrafinhas long neck de Heineken, eu já estava errando tudo que podia no jogo, então resolvi ir deitar. 

Tirei o sutiã e deitei na cama dele, bêbadazinha! Rsrs.. Já estava meio sonolenta, pegando no sono, mas não conseguia esquecer aquele apertão no bico do meu peito que me deixou puta nos dois sentidos! Kkkkkk...
Virei para o lado da parede, exibindo a bunda com a calcinha socada no rabo para o lado dele. Apesar de ser noite, o quarto fica bem iluminado pela janela e queria excitá-lo, pois apesar dos pesares, estava louca para que ele me desse as tais mordidas no peito...rs! Logo ele veio, deitou na cama, me pegou pela mão e disse:
- Vem aqui! - e ficamos ali num abraço inocente. 
Inocente ficou até eu descer a mão para o seu saco e começar a acariciá-lo. Fico impressionado como os homens gostam disso..rs. E eu, fissurada por bolas do jeito que sou, amo!! 
Na penumbra e no silêncio, eu alisava e apalpava o saco dele, que era lisinho e muito bem servido, daqueles pendurados e puxava devagar a pele, percebendo seus suspiros, de olhos fechados curtindo a sensação.
Minha buceta latejava e eu sentia o fio da calcinha depravada melecando, molhando até os lábios da minha xota. Sensação louca demais!



Percebia, ao mexer em seu saco, que o cacete ia ficando cada vez mais rígido. Não completamente duro, mas firme, então resolvi bater uma punheta gostosa pra ele! Peguei o pau com vontade e fui descendo e subindo devagar, no mesmo ritmo que acarinhei as bolas. Ele suspirava alto e dizia 'Vai!'. E eu ia. 
Logo o pau estava pronto, apontando para cima e eu, orgulhosa, sentia o latejar, tinindo de tão duro, escorrendo baba pelos meus dedos, louca para lamber e engolir aquilo tudo com a boca , com a buceta, de todo jeito que tinha direito. Ele bêbado, curtindo a punheta , e eu puta, querendo foder, melada até não poder mais e o cuzinho piscando de vontade. Diogo comia o meu cuzinho com maestria. E delirávamos juntos com isso. Não houve uma vez em que a gente transasse que não dava o meu rabo pra ele. Fazia questão. E ali, naquele noite, não seria diferente. A loucura nos pegando de assalto, naquele ritmo lento e sexy, mas com o ambiente encharcado de putaria. Os dois embriagados. De álcool e tesão.
Não pensei duas vezes. Levantei, montei sobre ele, que abrindo os olhos , sorriu pra mim. Sentei no seu colo, sobre a vara dura, afastei a calcinha e mirei a cabeça no meu rabinho. E sem dó nem piedade, na loucura e no tesão do momento, sentei. 
De uma vez só. Sem saliva. Sem gelzinho. Sem nenhuma massagem nas preguinhas. Enfim, sem cerimônias. 
O cuzinho apertado, ardeu mas recebeu o pau robusto do Diogo com vontade. Já estava pedindo aquilo. 

Gememos os dois juntos quando eu encaixei. 
Botei as mãos ao lado cabeça dele na cama e rebolei com gosto, gritando de prazer, enquanto ele, não dizia uma palavra e com a boca mamava e mordia violentamente os meus bicos que estavam chacoalhando na sua cara. 
Meter bêbado é bom demais! Parece que a gente entra numa outra dimensão. 
São só sensações!
Só dava pra ouvir o ranger da cama e o barulho do encontro dos corpos.
Entre eu sentar na sua pica e a gente gozar não se passaram mais de 5 minutos. Ele certa hora, começou a levantar o quadril, pra entrar mais fundo e eu sentindo tudo lá dentro, até o talo, sentada com a bunda esfregando nas bolas dele, arqueada para trás, de buceta aberta para a sua visão. 
Sabia que ele já ia gozar logo então comecei a apertar seu pau com o meu cuzinho, piscando gostoso pra nossas peles se tocarem mais e mais.
Até que ele jorrou. Quente e farto. Senti sua porra derramar lá dentro e pirei, ainda rebolando mais naquela delícia, com tudo melado. Gozei logo em seguida, com ele me deixando esfolar o seu brinquedo...rsrs.
Sem uma palavra, ainda encaixada nele, me larguei sobre o seu tórax e ficamos ali, respirando profundamente, curtindo o êxtase do momento.
Pude sentir o seu pau ir amolecendo dentro do meu cuzinho e sair sozinho de dentro de mim.
Estava tão relaxada, com os sentidos meio turvos, distorcidos, na dúvida se era bebida ou a sensação do orgasmo, que só escorreguei para o lado e deitei de bruços, de bunda pra cima, com o cuzinho dolorido e escorrendo porra.
A última coisa de que me lembro foi de adormecer com Diogo lambendo minhas pregas, chupando meu rabinho e tomando a própria porra, me relaxando ainda mais.
Trabalhar sentada no outro dia, deu trabalho...rs! 

* Foram usados nomes fictícios.



MAIS FOTOS EM:



CONTATO: vennusmorena@gmail.com

BEIJOS E PODEM COMENTAR A VONTADE, HEIN ??


3 comentários:

  1. Texto delicioso...não desgrudei os olhos até o final. Fiquei imaginando seu sono....beijos!

    ResponderExcluir
  2. Maravilhoso conto, adorei Vennus, eu fiquei com meu pau latejando de prazer ao ler seu conto. Bjs carinhosos Alê

    ResponderExcluir