terça-feira, 1 de março de 2016

DIVIDO, MAS TEM QUE DEVOLVER!

TERAPIA DE CHOQUE


MÉNAGE À TROIS

Ana* nunca havia saído com outra mulher, mas percebi que tinha bastante interesse em Júlio*, um amigo com quem eu saía frequentemente. Já tínhamos uma daquelas amizades bem coloridas, mas nada sério. Nunca tive intenção de namorá-lo e acredito que o mesmo da parte dele em relação a mim. 
Segundo ela mesma me disse, durante nosso encontro, Júlio deu uma sumida do mapa depois que começou a sair comigo e deixava a coitada a ver navios, cheia de tesão, doida por uns peguinhas...rs. 
Acredito que para matar essa vontade, ela topou sair conosco para fazermos uma festinha a três, na casa dele.
Ela já era uma senhora de meia idade, com seus 50 anos, por aí.
Com a pele branca, cabelos pintados de ruivo, baixinha,  mas com uma bundinha tesuda, os seios gostosos e com um quê de safada escondido no rosto. 
Na noite do tal encontro, Júlio* passou em casa para me buscar antes e enquanto ela se aprontava, paramos para tomar uma cervejinha.
Ele já estava bem animado com a história. Sempre comentamos de sairmos a três e essa possibilidade o deixava excitado além da conta.
Eu, apesar de adorar sair com mulheres, sempre fico meio apreensiva quando sei que a mulher em questão nunca praticou o bi feminino antes. Não tenho muita paciência para ficar ensinando nada e aturar receios de certas moças.
No caso específico de Ana, ao conhecê-la , já percebi que só topou a brincadeira por ter real interesse em Júlio, não por tesão ou interesse em estar na cama com outra mulher e que eu seria um mero obstáculo a ser enfrentando na situação...rs.


Eu, chupando a xotinha dela..huuum.

Depois que a pegamos em casa, durante o percurso e assim que chegamos os três na casa dele, vi que ela estava extremamente empolgada com o retorno da atenção do moço, me falando que sempre saiam antes, mas que agora que ele estava 'namorando' havia deixado de procurá-la, que ele deveria voltar a ser solteiro, pois estava morrendo de saudade e vontade de retomar o contato e as 'brincadeirinhas'.
Eu muito da sorrateira, me sentei no sofá e fiquei observando a postura saltitante dela e, o que me pareceu ser um ligeiro desconforto dele com a situação, sumindo cozinha adentro para abrir uma garrafa de vinho enquanto ela o perseguia pela casa. Uma situação, deveras, engraçada e excitante. 
Ele nos serviu o vinho e ficamos os três bebendo e conversando despretensiosamente. 
Ela, meio desconcertada com a situação também, mesmo morrendo de vontade de atacá-lo, saiu para ir ao banheiro. Nesse meio tempo, eu e ele nos atracamos no sofá, como de costume, aos beijos e mãos passeando por todos os lados. Quando ela voltou e nos viu daquela forma, sentou-se ao lado dele e ficou olhando, sem saber como entrar na brincadeira. Eu como boa anfitriã que sou e adoradora da divisão de macho...kkkkk...guiei a mão da colega até o pau duro que já estava fazendo volume na roupa de Júlio. Ele ao sentir o toque, já se virou para beijá-la enquanto apertava o bico do meu seio com uma das mãos. 
Me levantei, tirei o meu jeans e fiquei somente de blusa e calcinha fio dental. Aproveitei para admirar a cena: aquele homem gostoso, safado e fogoso, satisfazendo as taras daquela mulher.



Para quem não sabe, eu sou meio corninha...hahahhaah!
Tenho uma tara enorme em ver o homem que está comigo satisfazendo outra mulher. Quando eu tenho algum sentimento pelo cara, sinto tesão também em vê-lo com outra, mas a outra em questão, tem que ser uma mulher que não está na relação e que não signifique nada para ele. Admito que ele sinta tesão por ela, que coma gostoso, bem safado e a deixe bem satisfeita, relaxada. Mas que ela tenha consciência: ele é gostoso, é safado, trepa bem, mas é meu!! 
Só empresto!! Rs...
Repetindo: não ligo a mínima se o meu homem comer outra. Mas é claro, a condição essencial para essa situação: eu tenho que estar presente..kkkk! 
Voltando a sala, Ana, safadinha, logo tirou o pau duro de Júlio pra fora da calça e começou a chupar com vontade e pressão e ele a beijava entre uma mamada e outra.
O vi tirando os peitos dela pra fora da blusa e segurá-los...os seios branquinhos, pontudos e de bicos bem escuros. Não era uma mulher dessas de capa de revista, mas pela idade, tinha tudo no lugar e era bem gostosa.
Um tesão observar os dois juntos, fazendo safadezas.
Mas como a condição descrita acima estava valendo, Júlio logo me convidou para a brincadeira, me puxando e beijando, me pegando pela bunda. 
Enquanto ele sentado no sofá estava se deliciando com a chupeta oferecida por Ana, eu mais que rapidamente, me livrei da minha calcinha e encaixei a buceta na sua boca, ficando em pé no sofá. Ele passava a língua no meu grelo, chegando certa hora até a mordê-lo devagar e passava o dedo no meu cu.
Minha xota estava melada e ele se esbaldou com duas mulheres lhe servindo.
Mas claro, que ele fazia questão de ver outra brincadeira...rs.


Ana me chupando gostoso!

Por isso, sussurou pra mim: 
- Vai lá, beija ela!
Ela, toda entretida, mamando aquela rola delícia, nem percebeu quando eu me ajoelhei ao lado dela no chão. Logo passei a mamar a rola também. Primeiro dei uma boa lambida nas bolas do rapaz, para satisfazer minha tara e fui subindo em direção a cabeça, passando a língua no pau e nas veias. 
Ela tirou a boca quando eu cheguei perto e passou a lamber as coxas de Júlio.
Eu , para trazê-la pra perto, virei e comecei a lambendo seu rosto, que estava bem próximo, com a ponta da língua. Nessa hora, acho que ela entendeu o recado e se chegou e passamos a dividir a rola daquele macho.
Daí em diante, passamos a lamber e babar juntas naquele pau em nossa frente. Eu levantava o olhar e via Júlio com um sorriso discreto no rosto, enquanto curtia sua dupla chupetinha. Eu nesses momentos, aproveitava e roubava uns beijos da boca de Ana, com o pau dele no meio. Até que a peguei diretamente e pude sentir o seu corpo. 
Fomos os três para o quarto e a pedido de Júlio, me deixei na cama, pelada e com as pernas arreganhadas. A buceta escorrendo mel de tanto tesão. Ele pegou e retirou o resto das roupas de Ana, dentre elas , uma calcinha minúscula, safada que ela escondia por baixo. Ela gemia gostoso com os carinhos que recebia e com a chupadinha na bunda que ele ofertou.
- Vamos chupar , vem! - ele disse para ela e foi entrando no meio das minhas pernas com a língua para fora, com ela acompanhando. Ele, em frente a minha buceta, passava a língua e a beijava, dividindo o meu gozo.



Eu gemi com aquela língua quente e tímida com que ela me chupava. Ana demorou um pouco para pegar o rítmo...rs. Ficava me passando a língua com certa timidez ou receio, não sei, mas gemia gostoso quando o fazia.
Bom....eu, mas experiente na história de bi feminino, me levantei e com ela deitada em meu lugar, passei a chupar seu grelo. Ela tinha uma buceta com lábios gostosos, um grelinho miúdo, mas que estava durinho, gostando da brincadeira. 
Passei a língua pelo cuzinho e fui subindo até abocanhar aquela xotinha inteira.
Ela gemia de tesão.
Mas não pensem que eu esqueci aquela lambidinha meia boca que ela deu na minha xota, passando só a pontinha da língua...rs. 
Ah, sou adepta da terapia de choque e já que ela estava na chuva, teria que se molhar...rs. Para provar do homem que estava comigo, ela teria que me provar também...rs.
Sem nem pensar duas vezes, me levantei na cama, virei ao contrário e sentei com vontade na boca da dela. Pus sua cabeça no meio das minhas pernas e esfregava com vontade minha xota e cuzinho liso em sua boca e rosto.
Querendo ou não, naquele dia, ela soube o gosto da buceta de outra mulher.
E acho que ela gostou. Porque ela me chupou tão gostoso, tão profundo...
Metia a língua lá dentro e segurava minha bunda, abrindo pra ir mais fundo.
Meio desajeitada, mas de um jeito muito gostoso.
Para retribuir, me deitei sob o seu corpo e iniciamos um 69 maravilhoso.
Ela chupando a minha buceta e eu a dela, gemendo e nos contorcendo de tesão.
Júlio, oportunista que só, ao vê-la de pernas abertas na beirada da cama, depressa colocou a camisinha e passou a enfiar a rola na bucetinha dela.
A danadinha gemeu ao sentir a cabecona passando na xota, enquanto eu via tudo isso do camarote vip. De pertinho, lambia o grelinho dela e Júlio, entre uma metida e outra, me dava a cabeça do seu pau para eu provar. 
Ela entregue ao macho, já esqueceu da minha xota e eu para relembrar, me levantei e sentei novamente na sua boca...kkkkk, sufocando os gemidos da colega, que aí sim,  passou o rodo lá embaixo, me deixando tesuda demais. 
Eu olhava, de frente para o rosto do Júlio, que fazia uns bicos e mordia constantemente os lábios, ao meter com força na buça da Ana. 
Uma imagem maravilhosa de ver.


Leitinho!

Depois ele largou a moça e me comeu de 4, com ela por baixo, vendo o pau dele entrar e sair da minha buceta. 
E depois de muita meteção, trocamos a posição de novo. Eu deitei por baixo dela, com a cabeça pra os pés da cama e Ana montou no meu rosto. Ficava de quatro enquanto Júlio meteu gostoso nela e eu embaixo lambendo tudo, sentindo o saco dele bater na minha cara enquanto comia aquela buceta.
Ela gemia gostoso e rebolava com vontade naquele pau que ela tanto queria.
E a safada gozou tanto, mas tanto, que me surpreendeu. 
Depois de um bom tempo metendo na buceta de Ana, Júlio tirou o pau e eu passei a chupar a xota daquela puta com gosto. Queria sentir a buceta dela melando, o gosto do seu gozo, quando a safada sentou na minha boca, levantou um pouquinho e soltou um esguicho de gozo na minha cara. Foi um esguicho forte, líquido, rápido, que molhou meu rosto, meus cabelos e entrou na minha boca. 
Eu já havia ouvido falar e visto em filmes sobre a ejaculação feminina, ou squirt, como muitos chamam mas nunca tinha provado e fiquei louca com aquilo. 
Quando ela esguichou eu automaticamente enfiei a lingua na xota dela pra sorver tudo que ela tinha pra me dar e o Júlio me seguiu. Batendo uma punheta gostosa, passou a lamber a bunda e buceta dela junto comigo.
Louco de tesão, ele meteu mais um pouco nela e disse que iria gozar. 
Nessa hora, nós duas fomos ficamos de 4 na cama, com a boca bem perto da rola dele, esperando os jatos começarem, disputando pra ver quem era mais gulosa. Quando a porra saiu, Júlio começou a distribuir o leitinho quente entre a boca dela e a minha, mas eu, ao sentir o gosto, abocanhei a cabeça do pau e tomei praticamente todo o restante.
Confesso que deixei um pouquinho na boca pra ela. Rsrs...A beijei e derramei a porra com a minha baba na boca dela, bem safada. 
Ana se comportou como uma lady e ao fim disse que curtiu muito a nossa transa a três. 
Mas eu que não sou boba nem nada, percebia a cada olhar e a cada frase, que ela queria mesmo, era ter estado sozinha com o meu bofe.
Eu disse bem: queria! No passado!!
Foi a primeira e última vez de nós três juntos...rs!

*Foram usados nomes fictícios.


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CONTATO: vennusmorena@gmail.com

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sábado, 27 de fevereiro de 2016

domingo, 7 de fevereiro de 2016

DE BÊBADO, REALMENTE, NÃO TEM DONO!


SEM DÓ, NEM PIEDADE!

Aquela noite começou num botequinho qualquer aqui na minha cidade, praticamente vazio no meio da madrugada. Sentados frente a frente numa mesa com quatro lugares, tomamos algumas cervejas entre muitos papos e muitas gargalhadas. E claro, como não poderia faltar, uma boa dose de sacanagem...rs.
Conheci o Diogo* através de uma dessas baladas da vida, através de amigos em comum. Apesar de ter os seus 41 anos, era um meninão. Bom de papo, engraçado e gato. Quando nos conhecemos, nos identificamos de primeira, mas acreditem, não transamos logo de cara, apesar da vontade. 
Chegamos a marcar dois ou três happy hour, sem que acontecesse nem um beijinho, só para bater papo naquele dia onde não havia nada pra fazer, sabe? Só pelo prazer da companhia do outro.
Risada e chopp era nossa especialidade. 
Até o dia que resolvemos transar!  Daí, a gente se superou! Kkkkk...
Num dos nossos encontros posteriores a nossa 'primeira vez', depois de pegar um cineminha, paramos no botequinho quase deserto para uma saideira e fomos ficando, conversando e o garçom descendo cerveja atrás de cerveja. 
Eu percebendo que já estava toda alegrinha comecei a diminuir o ritmo nos goles e o Di, que sempre foi bem cavalheiro, percebeu que deveria fazer o mesmo em determinada hora.
Passou a noite toda mirando meu decote sem dizer nada, mas com umas a mais na cabeça, todo assanhado, num certo momento, lá pelas tantas da madrugada, estendeu o braço por cima da mesa e apertou meu peito e depois o bico, bem forte, que estava apontado na blusa (sempre assim...rs) e disse:
- Quero morder bem aí... Deixa?
Eu, que não esperava, senti tesão na hora (repito, meus peitos são meu ponto fraco!) , mas arregalei os olhos, olhando para os lados, para saber se alguém tinha visto, mas as poucas pessoas do lugar estavam bem ocupadas com sua própria bebedeira. Diogo percebendo o meu leve desconforto, caiu em si e sentou do meu lado dizendo no meu ouvido:
- Desculpa...sei que passei dos seus limites, mas não resisti a esses peitões bicudos apontando pra mim! Desculpa mesmo, delícia! Mas que eu quero, eu quero!
- Então pede a conta! - retruquei.



Apesar de ter sentido tesão e estar alegrinha, estava bem consciente e realmente não gostei da brincadeira, porque Guarulhos é um ovo e vira e mexe tu encontra um conhecido qualquer ou conhecido de um conhecido, que bota reparo em tudo que você faz. Não devo nada para ninguém, ninguém paga minhas contas, mas tenho família e faço questão de preservá-la.
Ninguém precisa saber que em quatro paredes sou uma piranha e adoro putaria! Minha vida sexual é coisa minha!
Mais que depressa saímos do bar, eu fazendo um beicinho (charme! Kkkkk...) para ver o Diogo culpado e ele continuou se desculpando, mas só eu sabia que a minha buceta estava pulsando bem forte de tanto tesão que senti naquela atitude descarada daquele tarado embriagado! A xota estava úmida. Sentia escorregar ao andar. Se eu não estivesse no meu território, teria até incentivado...kkkkk!
- Vamos dormir lá em casa. Prometo que não te importuno hoje. Vamos jogar vídeo game e tomar mais umas! - disse tentando desfazer o meu bico.
E foi o que fizemos. Cheguei no apê dele e fui direto pro banho, e por causa do calor, fiquei de calcinha e sutiã na sala enquanto ele tomava banho também. Já tinha intimidade com ele para passear pela casa daquele jeito. 
Ele, após sair do banheiro, foi até a cozinha, tirou duas cervejas da geladeira, sentou do meu lado, PELADO, com o pau mole e aquele saco delícia, ligou o vídeo game e nos jogamos no Dark Souls. Depois de umas 5 garrafinhas long neck de Heineken, eu já estava errando tudo que podia no jogo, então resolvi ir deitar. 

Tirei o sutiã e deitei na cama dele, bêbadazinha! Rsrs.. Já estava meio sonolenta, pegando no sono, mas não conseguia esquecer aquele apertão no bico do meu peito que me deixou puta nos dois sentidos! Kkkkkk...
Virei para o lado da parede, exibindo a bunda com a calcinha socada no rabo para o lado dele. Apesar de ser noite, o quarto fica bem iluminado pela janela e queria excitá-lo, pois apesar dos pesares, estava louca para que ele me desse as tais mordidas no peito...rs! Logo ele veio, deitou na cama, me pegou pela mão e disse:
- Vem aqui! - e ficamos ali num abraço inocente. 
Inocente ficou até eu descer a mão para o seu saco e começar a acariciá-lo. Fico impressionado como os homens gostam disso..rs. E eu, fissurada por bolas do jeito que sou, amo!! 
Na penumbra e no silêncio, eu alisava e apalpava o saco dele, que era lisinho e muito bem servido, daqueles pendurados e puxava devagar a pele, percebendo seus suspiros, de olhos fechados curtindo a sensação.
Minha buceta latejava e eu sentia o fio da calcinha depravada melecando, molhando até os lábios da minha xota. Sensação louca demais!



Percebia, ao mexer em seu saco, que o cacete ia ficando cada vez mais rígido. Não completamente duro, mas firme, então resolvi bater uma punheta gostosa pra ele! Peguei o pau com vontade e fui descendo e subindo devagar, no mesmo ritmo que acarinhei as bolas. Ele suspirava alto e dizia 'Vai!'. E eu ia. 
Logo o pau estava pronto, apontando para cima e eu, orgulhosa, sentia o latejar, tinindo de tão duro, escorrendo baba pelos meus dedos, louca para lamber e engolir aquilo tudo com a boca , com a buceta, de todo jeito que tinha direito. Ele bêbado, curtindo a punheta , e eu puta, querendo foder, melada até não poder mais e o cuzinho piscando de vontade. Diogo comia o meu cuzinho com maestria. E delirávamos juntos com isso. Não houve uma vez em que a gente transasse que não dava o meu rabo pra ele. Fazia questão. E ali, naquele noite, não seria diferente. A loucura nos pegando de assalto, naquele ritmo lento e sexy, mas com o ambiente encharcado de putaria. Os dois embriagados. De álcool e tesão.
Não pensei duas vezes. Levantei, montei sobre ele, que abrindo os olhos , sorriu pra mim. Sentei no seu colo, sobre a vara dura, afastei a calcinha e mirei a cabeça no meu rabinho. E sem dó nem piedade, na loucura e no tesão do momento, sentei. 
De uma vez só. Sem saliva. Sem gelzinho. Sem nenhuma massagem nas preguinhas. Enfim, sem cerimônias. 
O cuzinho apertado, ardeu mas recebeu o pau robusto do Diogo com vontade. Já estava pedindo aquilo. 

Gememos os dois juntos quando eu encaixei. 
Botei as mãos ao lado cabeça dele na cama e rebolei com gosto, gritando de prazer, enquanto ele, não dizia uma palavra e com a boca mamava e mordia violentamente os meus bicos que estavam chacoalhando na sua cara. 
Meter bêbado é bom demais! Parece que a gente entra numa outra dimensão. 
São só sensações!
Só dava pra ouvir o ranger da cama e o barulho do encontro dos corpos.
Entre eu sentar na sua pica e a gente gozar não se passaram mais de 5 minutos. Ele certa hora, começou a levantar o quadril, pra entrar mais fundo e eu sentindo tudo lá dentro, até o talo, sentada com a bunda esfregando nas bolas dele, arqueada para trás, de buceta aberta para a sua visão. 
Sabia que ele já ia gozar logo então comecei a apertar seu pau com o meu cuzinho, piscando gostoso pra nossas peles se tocarem mais e mais.
Até que ele jorrou. Quente e farto. Senti sua porra derramar lá dentro e pirei, ainda rebolando mais naquela delícia, com tudo melado. Gozei logo em seguida, com ele me deixando esfolar o seu brinquedo...rsrs.
Sem uma palavra, ainda encaixada nele, me larguei sobre o seu tórax e ficamos ali, respirando profundamente, curtindo o êxtase do momento.
Pude sentir o seu pau ir amolecendo dentro do meu cuzinho e sair sozinho de dentro de mim.
Estava tão relaxada, com os sentidos meio turvos, distorcidos, na dúvida se era bebida ou a sensação do orgasmo, que só escorreguei para o lado e deitei de bruços, de bunda pra cima, com o cuzinho dolorido e escorrendo porra.
A última coisa de que me lembro foi de adormecer com Diogo lambendo minhas pregas, chupando meu rabinho e tomando a própria porra, me relaxando ainda mais.
Trabalhar sentada no outro dia, deu trabalho...rs! 

* Foram usados nomes fictícios.



MAIS FOTOS EM:



CONTATO: vennusmorena@gmail.com

BEIJOS E PODEM COMENTAR A VONTADE, HEIN ??


segunda-feira, 16 de novembro de 2015


MAIS UMA DIVA
BrancaGG32SP
PARA APIMENTAR A SUA NOITE!

Conheça mais um pouquinho dessa misteriosa, safada e intrigante diva 
que apareceu aqui para apimentar um pouco mais o meu blog!
Clica lá: 
http://contosdomontedevennus.blogspot.com.br/p/divas_15.html

E comentem bastante, que ela vai ADORAR!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

NUA EM PÊLO!

PÊLO SIM, 


PÊLO NÃO!

Conheci o Ivan* depois de postar, pela 1ª vez, uma foto com a xaninha peluda em um dos meus perfis na internet. Logo que postei, comecei a receber uma enxurrada de mensagens dele dizendo que tinha pirado na foto, que amava uma buceta cabeluda e fazia questão de me conhecer. 
Achei que não houvessem mais homens que curtissem esse visual, mas me enganei e descobri que em terra de peladinha, quem tem pêlo é rainha...hahaah.
Confesso que não curto muito ficar assim peluda, porque incomoda e por questões de higiene, mas tem épocas que dou uma folga pra depilação íntima, só dando uma aparadinha de vez em quando.
Fica um pouco selvagem, natural, mas nunca tinha saído com ninguém assim estando com pêlos.
Mas Ivan fazia questão! Queria me encontrar e queria natural!
Então, depois de muito papo pelo Whats e de descobrir que além de tarado em xaninha peluda, ele é um cara maneiro, interessante e bom de conversa, resolvi marcar uma saidinha.
Estava aquele calor infernal e fui com um vestido florido discreto, na altura da coxa, de sandália aberta de salto. Por fora, estava discreta, mas por baixo...rs. Usei uma calcinha diminuta, daquele tipo de fio dental bem safado, que não cobre porra nenhuma e um sutiã que deixa os biquinhos do peito para fora.
Más intenções...rs!
Ele é um moreno bonito, alto (do jeito que eu gosto), cabelo estilo militar e estava bem vestido, barba bem feita e muito cheiroso! Mega sorridente, teve a delicadeza de me trazer uma caixa de chocolates deliciosos e já foi me dizendo que estava nervoso e ansioso, mas que antes a gente iria tomar uma cervejinha pra descontrair. Gosto assim! Rs...


Ficamos um bom tempo no barzinho, conversando e tomando um chopp, entre risadas e uma conversa e outra.  Me confessou que nunca havia saído com ninguém do Sexlog e que eu era a primeira
- Pode deixar, que eu vou cuidar bem de você! - e escorreguei a mão em sua coxa. Ele arregalou o olho e disse que eu era danada.
- Só para descontrair...rs! - devolvi.
Ele parecia realmente estar ansioso e excitado com o papo, porque se remexia na cadeira a todo momento e vira e mexe, colocava a mão no pacote, achando que eu não estava percebendo. 
Ledo engano...rs. Sou uma observadora de carteirinha.
Até que ele me pegou no flagra de olho no volume da sua calça. Olhou também para baixo e já pediu a conta, sem nem me consultar. 
É...cutuquei a fera.
Entramos no carro e ele já soltou:
- Deixa eu ver os pêlinhos?
- Não. Ainda não! - tortura pouca é bobagem, né? - Só no motel!
Ivan saiu em disparada para o motel, olhando para mim, dando risada.
Entrou no otel e assim que baixou a porta da garagem, saí do carro, arranquei o vestido e fui subindo as escadas, só de calcinha e sutiã, de costas para ele. Ajeitei a calcinha para sentir o fio dental roçar no meu cuzinho. Os bicos dos seios já estavam eriçados, para fora do sutiã sem vergonha.
Mal passei a porta da suíte e ele já me abraçou por trás, me segurando pela cintura.
- Safada você hein ? Só na provocação.
- Foi você quem disse que estava nervoso. Quero te deixar bem a vontade.
E quer melhor jeito de deixar um homem a vontade e sem vergonha, do que excitá-lo ao máximo?



Ele se esfregava na minha bunda de roupa e tudo, engatado, parecendo que ia me comer ali mesmo, beijando minha nuca. Me desvencilhei das suas mãos e virei de frente pra ele, que ao ver os bicos dos meus seios pra fora, ficou louco e já pôs a mão neles, começou a apertar, dando uma viradinha, me deixando maluca. Minha buceta escorreu mel na calcinha, eu pude sentir...

Sem muito mais conversa, ele me pressionou na parede e desceu a boca nos bicos, sugando e lambendo, deixando a renda do sutiã toda babada de saliva.
Eu ia no céu e voltava com aquela fome toda do rapaz no meus peitos. Mordia com vontade os bicos, chupando, babando e fazendo um barulho indecente, que me dava cada vez mais tesão.
Dos seios, ele foi trilhando com a língua, um caminho pela minha barriga, umbigo e minha xaninha por cima da calcinha. De repente, ele ainda vestido, sentou-se na cama, me deixando encostada na parede, olhando para mim com cara de tarado. 
A calcinha minúscula não dava jeito de esconder todos os pêlinhos, que mesmo eu os tendo aparado, teimavam em aparecer dos lados da buceta. Ele parecia fascinado com a visão.
Já pude ver o pacote na sua calça explodindo, o pau lutando pra sair dali.
Com jeitinho, virei de costas e sentei no meio das suas pernas e guiei sua mão até o interior da calcinha.
- Sente os pêlinhos! - eu disse.
Ele passou a mão na parte gordinha da minha buceta, sem tocar no grelinho, só aproveitando a sensação. Deu uma puxadinha nos pêlos e eu soltei um gemido alto, denunciando o tesão que eu estava sentindo.
Ele mordia minha nuca, meu ombro e ficava suspirando no meu ouvido.
- Bati muita punheta pra essa sua peluda gostosa. Nem acredito que vou me esbaldar nela. Agora deixa eu ver o seu cuzinho! - disse, tirando o sapato e a camisa e se ajeitando na cama. Ele tinha um tórax bem desenhado...gostoso.
Engatinhei pela cama, e parei de 4, bem em frente ao rosto dele, quase sentando na cara do moço.
- Nossa...que rabão! - e enfiou o nariz na minha bunda.




Ficou ali, cheirando o meu cuzinho, parecendo um cachorro no cio.

- Nem preciso tirar essa calcinha pra te comer...ela é até imoral de tão indecente que é! - Sussurou , beijando a minha bunda.
- Não gostou? - perguntei em meio a uma gargalhada.
- Ah....putinha, adorei! Vai...pisca esse cuzinho gostoso pra mim agora.  - e tirou a calcinha de lado, 
Aquela boca suja só me dava mais tesão.
Amo ouvir putaria no meio da trepada. Quanto mais safadas as palavras,  mais me excito. 
Ali, descobri que ele também gosta de olhar.  Ficou um tempo se deleitando com a visão do meu rabo piscando pra ele, sem me tocar. Às vezes,  sussurava alguma safadeza pra me excitar.
- Gostosona...Você é uma cavala, mulher!  E essas preguinhas então?  Meu Deus,  que tesão! 
E passou a lamber tudo que via pela frente.  Passava a língua do meu rego, passando pelo furinho e pela xota até chegar no meu grelo. 
Eu ia empinando o rabo pra sentir sua língua mais e mais fundo. Meu corpo se tensionava e eu gemia de tesão.
Eu aproveitei pra fazer uma das coisas que eu mais adoro...
Facesitting, que nada mais é do que sentar no rosto do moço.
Sentei e nos deleitamos. Eu me esfregava na cara dele, querendo sufocá-lo e mal podia ouvir os gemidos dele.
Sentia o meu gozo se derramar pela boca e pelo rosto dele e quanto mais eu gozava, mais ele enfiava a língua dentro de mim....
E sentada no rosto dele, de frente para os seus pés, eu aproveitei para liberar o caralho preso na calça. Fui abrindo o jeans e quando desci a cueca, o danado pulou empinado pra fora, pronto pra qualquer negócio.
Eu que não sou santa e adoro ver um moço excitado, de pau duro na minha frente, já me inclinei e comecei a lamber a cabecinha triangular a minha frente, que já estava bem vermelha e sensível, pois foi só entrar em contato com minha saliva, Ivan soltou um gemido bem gostoso, denunciando que adorou.
Ficamos num 69 bem gostoso por um tempo, com muita saliva e língua pra todos os lados. Eu metia o instrumento dele inteiro na boca, me engasgando, enquanto ele passava a ponta da língua no meu grelinho devagar, quase num tom de tortura.


Aquele cacetão gostoso só fazia crescer na minha boca e eu já não estava resistindo mais, até que me levantei e nem me dei o trabalho de tirar a calça do rapaz. O que me interessava, já estava pra fora. E à postos!

Tirei a calcinha e fui descendo em direção do pau que estava apontando pra cima. Para provocar, antes de colocar a camisinha, passei a cabeça do seu pau nos pêlinhos da minha xota.
Mordendo o lábio, louco com a sensação, soltou um palavrão:
- Puta! Gostosa! 
Aí, foi a gota d'água! Encapei o moço e engatei. 
Eu sentei com vontade, sem nem pestanejar, afoita!
- Vai gostosa, senta com força! - falava dando uns tapinhas nos bicos dos meus peitos que estava pra fora.
E eu, mais que obediente, obedeci a risca a instrução, metendo com vigor e rebolando no colo daquela delícia.
Ivan mordia os lábios, inclinava a cabeça pra trás e movimentava o quadril, me fazendo pular em cima dele e enterrando cadas vez mais o mastro na minha xana.
Fiz questão de ficar ali, naquela meteção até ele ficar louco!
- Pra quem estava nervoso, hein? Você está bem relax agora!! Até atrevido... - eu disse, debochando um pouco dele.
- Você não viu nada! - foi dizendo, sentando na cama, ainda engatado em mim e me beijando a boca, o pescoço, os olhos e puxando meu cabelo.
- Gordinha safada!! Gostosa!! - ofegou no meu ouvido - Quero comer seu cuzinho agora! Dá ele pra mim ? Quero te comer bem gostoso, deixa?
Ah...o que não me pede chorando, que eu não faça sorrindo ??, pensei comigo.
- Vai comer meu rabo como ? - respondi no seu ouvido, abraçada ao corpo dele.
- Senta nele, de costas pra mim? Quero ver você engolir gostoso o meu pau! - disse.
E ao toque da batuta, obedeci o regente daquela orquestra. Mas antes tirei a sua calça e cueca, pra  ele ficar mais a vontade, virei bundão na direção dele e pisquei o cuzinho pra ele de novo, que sem muita paciência, já pôs a cabeça no meu furinho, me fazendo urrar, abrindo minhas preguinhas sem aviso.
- Vai...me provoca só pra você ver, tesuda! - e ria - Vai! Agora vai descendo devagarinho pra eu ver meu pau sumir nessa bundona delícia! - pediu o moço.
E eu fui descendo, fazendo círculos com o quadril, sentindo o pau alargando o meu rabinho. Não consigo descrever a sensação de fazer sexo anal, mas é  tão bom, tão intenso...nossa, eu fico louca! Tanto que eu nem sentei direito e já comecei a subir e descer, com uma vontade louca de gozar pelo cuzinho o quanto antes. 


Ivan segurava meu quadril, pra me ajudar nos movimentos e gemia sem parar, disputando comigo pra ver quem uivava mais alto.

- Nossa, você é foda! - e deu um tapão na minha bunda, caprichando no vai e vem.
Certa hora, puxou meu cabelo pra me fazer ir com as costas de encontro ao peito, me deixando quase deitada no seu tórax, enquanto ajeitávamos os movimentos da foda. Eu quicando gostoso e ele subindo o quadril, sem dó, metendo em mim.
Meu corpo já estava se contraindo e a pele arrepiada, quando ele deu uma metida com vontade, até o talo, me fazendo explodir num gozo sensacional e me deixando tremendo dos pés a cabeça. Eu já estava mole com a sensação do gozo e estava aproveitando a sensação dele entrando e saindo do meu rabinho. Apertei com vontade o cuzinho em volta do seu pau umas trê vezes e ela já me
avisou:
- Ai gata!! Eu vou gozar.
Nessa hora, fui tirando devagar o pau dele do meu rabo, deitei de frente pra ele na cama, me abrindo toda e bati com a mão na buceta peluda, ordenando:
- Arranca a camisinha e goza aqui!
Nem precisei esperar muito. Mal terminei de falar e já senti os jatos quentes espirrando, não só nos pêlos, mas em tudo ao redor. Um gozo farto, leitoso, de dar água na minha boca, me deixando arrependida de não ter tomado tudo e de ter concordado com aquele desperdício.
- Ah...nem me deixou saborear um pouquinho desse leite! - resmunguei.
- Não seja por isso, moça! - ele respondeu, passando a cabeça do pau na porra espalhada pelo meu corpo e depois, passando na minha boca, me fazendo lamber a cabeça do cacete melada e ainda morna, me provocando.
É...nessas horas que eu acho que deveria ter mais um na minha cama, para recomeçar, enquanto o outro, relaxa do trabalho árduo! Rs...

* Foram usados nomes fictícios.






MAIS FOTOS EM:



CONTATO: vennusmorena@gmail.com

Beijos e comentem os contos e as fotos nos sites!!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

VOCÊ SABE O QUE É BBW?

SE NÃO SABE, 


JÁ PASSOU DA HORA DE SABER!

Recebo muitas mensagens de pessoas perguntando o que é BBW. Então, para não deixar ninguém no limpo da incompreensão, resolvi postar algumas fotos e escrever uma matéria sobre o assunto e você pode conferir no link a seguir:

http://contosdomontedevennus.blogspot.com.br/p/materias.html

Beijos!




terça-feira, 28 de outubro de 2014

DICA DE LEITURA

SEXO PARA  OS OLHOS


E PARA A MENTE!


Passeando pelo Sexlog hoje, num grupo privado chamado Cultura Erótica e vi uma menção a este livro, que eu já li e resolvi recomendar aqui no blog. 
SOCIEDADE SECRETA DO SEXO - O LUXO E A LASCÍVIA DAS ORGIAS MAIS EXCLUSIVAS DO MUNDO, escrito pelo jornalista Marcos Nogueira, da editora Leya, retrata sua passagem pelas orgias mais luxuosas e VIP's do mundo.
Para quem quer saber o que se passa e como funcionam os bastidores das surubas mais chiques e bem frequentadas, não pode deixar de ler esse livro, até porque a leitura é instigante e deliciosa.
O preço do livro varia entre 22 e 34 reais e está venda em vários sites da internet.
Para quem quiser mais novidades, dicas e histórias sobre surubas, também pode acessar o blog http://sociedadesecretadosexo.com.br/ 
Beijinhos! E espero que gostem da dica e do livro!