quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

FANTASIA DE CORNO

VOCÊ É, FOI



OU UM DIA SERÁ!

Nesses dez anos que estou no meio liberal, já conheci todos os tipos de pessoas, com as mais diversas e estranhas fantasias, através dos sites de swing e chats de bate papo. 
Por isso, eu não me surpreendo e nem recrimino nada hoje em dia. A fantasia e o tesão é uma coisa tão incontrolável, que não acho justo apontar o dedo ou tirar sarro, mesmo quando a gente acha o negócio esquisito..kkkkk.
Por isso, não estranhei quando conversei com o Rogério* pela primeira vez no antigo MSN. Um empresário do interior paulista, casado, com aproximadamente uns 35 anos e com a fantasia de ser corno, dentre tantas outras fantasias doidas que tem.
Ele, digo sem pestanejar, foi o homem mais liberal e safado que eu já conheci na vida. Sem praticamente nenhum pudor, nojinho ou mimimi quando o assunto é sexo. Nossa primeira conversa foi praticamente quase dez anos atrás, bem na época do meu début na swingueira e ano após ano, conversávamos sobre tudo e como o anonimato da internet facilita, ele me contava suas taras mais loucas e vice-versa. 
Acabamos virando confidentes sem nunca termos nos visto na vida.
Até tentávamos marcar de nos ver, mas sentia que ele tinha um pouco de medo de mim, justamente por eu não ser muito certa do juízo também, igual a ele...HAHAHAHAAH. Dois loucos juntos, não costuma dar coisa boa.
Casado há alguns anos, ele já chegou a pedir para a esposa se exibir para outros homens em supermercados, churrascarias, postos de gasolinas, mas a moça, apesar de ter um fogo imenso, não nasceu para ser puta de corno e nunca atendia os pedidos do marido. 
Ele, por diversas e várias vezes, teve problemas no casamento por esse motivo, chegando a quase separação.
Com o tempo, fui percebendo que ele é um homem muito sexual e intenso nos seus desejos e uma das suas maiores decepções na vida é não ter alguém que suprisse as suas taras.
E tanta intimidade, nas nossas muitas conversas, começamos a fantasiar que eu era sua esposa e ele meu corno.
Não um corno qualquer, porque apesar de tudo, ele era um homem ciumento, que sabia que sentiria raiva ao saber das aventuras da mulher depravada e sem vergonha, mas afirmava que o tesão seria maior. 
Foram anos de conversas e revelações, até que um dia, Rogério propôs uma brincadeira que me empolgou muuuuito e eu resolvi topar: irmos num lugar público, corriqueiro e eu, fingindo ser sua esposa e como boa mulher de corno, me insinuar para os homens ao redor.
Apesar de nunca termos nos visto pessoalmente, eu me sentia super a vontade e confiava nele, por isso, achei que seria uma fantasia deliciosa de realizar.
E combinamos que ele viria a SP para que a coisa pudesse rolar.
Como eu trabalhava próximo a região da Avenida Paulista, acabei me hospedando em um hotel na região para poder me trocar depois do expediente para levar adiante a nossa brincadeira.
Pra isso, comprei um vestido preto, escandaloso de tão curto, que deixava minhas pernas todas de fora e com um decotão generoso. 
Digo sem pestanejar que qualquer movimento que eu fizesse, mostraria a minha bunda para quem quisesse ver.
Então, para ficar ainda mais excitante, coloquei uma calcinha pequena. 
Muito pequena. Fio dental, enfiada no rabo. Se eu abaixasse um pouquinho, não dava nem pra ver a calcinha, de tão socada na bunda, dando a impressão que eu estava sem nada.
Pra complementar, um par de saltos bem altos, cabelo solto com brincos dourados e compridos e batom vermelho, bem chamativo.
Para complementar, arrumei um pingente em forma de pimenta e coloquei numa tornozeleira que tinha.
A própria puta mulher de corno...kkkkkk.
Confesso que de primeira, não sabia se conseguiria sair daquele jeito na rua e fiquei meio trêmula com a situação, pensando em inventar um desculpa para fazer o bofe subir para o quarto e a gente fazer uma festa a dois. 
Mas pensei, 'Estou num território neutro, onde ninguém praticamente me conhece e no outro dia, eu volto à minha vidinha de moça safadona e solteira, sem nenhum dano a minha imagem pessoal ou profissional.'
E como dizem por aí que quem está na chuva é pra se molhar, tomei duas cervejas que estavam no frigobar do quarto, pra dar uma coragem e descer a pombagira, para que eu pudesse entrar na personagem. Kkkkkkkkk....
Sem contar, que a situação me excitava de uma maneira muito intensa.
Sentia a xota pulsar forte só de olhar a minha imagem no espelho. Sem modéstia nenhuma, estava extremamente gostosa e apesar da roupa chamativa, não estava vulgar. Gostosa e exuberante.
Na realidade, não sei se um marido corno é uma das coisas que eu desejo, mas confesso que por ser uma mulher que sempre deu um mega valor a própria liberdade, acho a proposta bem interessante. Não sei se um relacionamento desses se sustenta, mas que dá tesão imaginar, ah, isso dá!
Tanto que na hora que o Rô me passou mensagem dizendo que já estava na porta do hotel, senti um meladinho descer na buceta e uma palpitação daquelas. A hora que passei pelo hall do hotel, pude perceber todos os olhares virados pra mim, acompanhando o toc toc do meu salto.
Fazendo a egípcia, não olhei pra ninguém, senão perderia a coragem.
De longe, já avistei o rosto do moço ansioso dentro do carro. Já havia visto aquele rosto tantas vezes pela cam, que o reconheceria no meio da multidão.
Me abaixei um pouco pra abrir a porta do carro e aí, já mostrei a bunda pra uma horda de pessoas que estava a frente do prédio, então, nem olhei pra trás.
- Cara, você é muito filha da puta. Olha o tamanho desse vestido!! - foi a  primeira coisa que Rogério me disse, já vindo me beijar, mas eu o barrei.
- Não não!! Vai manchar todo o meu batom! - eu disse.
Ele gargalhou, pegou o meu cabelo na parte de trás, na nuca, cheirou e beijou o meu pescoço,ao mesmo tempo que passava a mão entre as minhas pernas, apertando a minha buceta e me eletrizando o corpo todo.
- Tu tá gostosa pra caralho, hein mulher? - foi dizendo enquanto alisava as minhas coxas.
- Sabia que você ia gostar!! E agora me diz, onde nós vamos? - eu estava em cólicas pra saber a situação que iria enfrentar.



- Preciso comprar um terno, então vamos numa loja de roupas masculinas, pra você me ajudar a escolher - e olhou pra mim, rindo.
Ele tinha um jeito engraçado de falar e não tínhamos muita cerimônia um com o outro, então ele já soltou logo em seguida:
- Sua medrosa, você tá com uma cara assustada. Não vai desistir não, fdp!! 
Eu ri alto e sabia que naquela altura, não teria como. 
Chegamos bem rápido numa loja imponente, fina, com uma vitrine bonita de roupas masculinas, na região dos Jardins e assim que eu desci do carro, ele encarnou o corno manso. Abriu a porta do carro pra mim e já pegou na minha mão, com o peito até inchado de tanto orgulho em estar com uma mulher vestida daquele jeito do seu lado.
A loja que entramos, não estava tão cheia, mas tinham algumas pessoas, entre araras e balcões. Logo um vendedor veio vindo em nossa direção, sem saber se olhava para os meus peitos ou para o meu 'marido', até que ele decidiu.
- Olá, sou o Fabrício. Em que posso ajudar a senhora ? - me dirigiu a palavra, com um sorriso enorme e um rabo de olho no decote. 
Fingiu que o Rogério nem sequer existia. E olha, que naquela loja, não havia roupa para mulheres....
Me deu uma vontade imensa de rir, mas segurei.
- Meu marido precisa de um terno para um evento e gostaria que você nos trouxesse algo em que ele fique muito elegante.
O vendedor prestativo, deu uma rápida visualizada no Rô e perguntou a ele o seu manequim e assim que recebeu resposta, fez sinal com a mão para que nós o acompanhássemos.
A medida que eu ia adentrando a loja, segurando firme na mão do Rô, eu sentia o fio dental roçando na minha bunda, ao mesmo tempo que os homens presentes, descaradamente me olhavam, sem nem disfarçar.
Eram pescoços quebrando na minha direção e cochichos que eu percebi, sem saber se eram realmente sobre mim.



Algumas das poucas mulheres do local, me olhavam e fingiam não me ver, enquanto duas senhoras que estavam esperando sentadas em poltronas, me olhavam com cara de desaprovação e empinavam o nariz.
Assim que percebi isso, estufei o peito e meus melões quase saltaram pra fora do vestido, kkkkkkkkk....
Rogério, me olhava, praticamente de 4, babando com a situação. 
O vendedor nos mostrou o primeiro terno e entre olhares gulosos dirigidos pra mim, ia falando da qualidade do produto para o Rogério, até que este falou tudo o que o moço queria ouvir.
- Vou pedir para você mostrar para minha esposa. Ela que vai escolher o terno da forma que acha que deve ser. Eu só vou provar e pagar. Por favor, pode passar tudo pra ela - foi dizendo o Rogério ao vendedor e tomando uma posição passiva em relação a mim, ficando atrás de mim e quase que me empurrando a frente.
Fabrício soltou um sorriso de orelha a orelha e me mostrou vários ternos.
Eu, claro, ia provocando-o com sorrisos safadinhos, olhares sedutores, toques sutis em seu braço, ombro, mão e as vezes, debruçando um pouco a frente, sobre uma mesa grande de madeira escura, deixando os seios quase que se derramarem sobre ela. Sem contar que com a posição, eu estava com a bunda a mostra praticamente para todas as pessoas da loja. 
Depois de olhar vários ternos e de conversinha mole, escolhi 3 para que o Rô provasse. Ele já estava sentado em uma das poltronas da loja, só me observando e ao me virar para chamá-lo para o provador, pude ver que praticamente, tinha uma platéia de vendedores escondidos atrás de algumas araras de camisas, todos de olhos no meu traseiro. 
Ao ver aquilo, quis provocar mais e fui andando em direção ao meu esposo de mentirinha, rebolando o máximo que eu pude e ao chegar pertinho dele, dobrei o corpo em sua direção, apoiei as mãos nos braços da poltrona e dei um beijo na boca dele, dizendo:
- Pronto meu amor. Escolhi alguns pra você provar!
Me levantei e tive que descer o meu vestido, que deu uma subidinha, mostrando a popinha do bumbum pra quem quisesse ver. Fiquei mega tesuda com isso e também com o sussurro do Rogério em meu ouvido:
- Você é uma puta! Estou de pau duro! E vou te comer aqui na loja.



Arregalei os olhos e fui andando com ele e o vendedor em direção aos provadores, que ficavam atrás de uma parede da loja. 
Fabrício colocou as roupas dentro do provador e estendeu a mão para Rogério, indicando que poderia entrar.
- Rô, vista e venha aqui fora para eu ver como ficou, ok ? - disse eu enquanto ele encostava a porta e já fui me virando em direção a um espelho grande que havia em uma parede a minha frente.
Olhei minha imagem no espelho, alisando o cabelo e o meu corpo por cima do tecido, ajeitando o decote e descendo um pouco a barra do vestido sobre as coxas.
Fabrício me olhava disfarçadamente, com jeito de estar entre sem jeito e excitado. Então, para arrematar, resolvi ajeitar a calcinha que estava mega enfiada no rabo, sem o menor pudor, bem na frente do moço, que não desgrudava os olhos do espelho que me refletia, parecendo não acreditar naquilo. Puxei o fiozinho do meio da bunda junto com o tecido do vestido que, de novo deu uma subidinha, tendo eu que ajeitá-lo novamente!
Naquele momento o meu coração batia muito forte.
Virei em direção ao vendedor, dizendo:
- É uma pena que aqui não tenha roupa para mulheres. São ótimas peças que vocês vendem e você é uma simpatia, Fabrício. Super prestativo. - sorri bem puta pra ele e toquei o seu peito com a palma da mão e o encoxei, prensando-o na parede e pegando de sobresalto.
- Meu amor, o terno está ficando bom? - perguntei em voz alta e me virei de costas para Fabrício, roçando a bunda em suas pernas. 
- Estou vestindo, linda! Logo saio - disse e sua voz ecoou pelo espaço.
- Ok, querido - respondi, enquanto conduzia as mãos do vendedor para os meus peitos e induzindo-o a apertá-los. Eu estava realmente com tesão naquela situação e minha buceta já estava escorregando de tesão.
Me senti a putona do corno. Enquanto o maridinho está inocente, a sua piranha apronta poucas e boas praticamente debaixo do seu nariz. Por causa dessa sensação, rebolei mais para provocar o moço que já não sabia o que fazer.
- Amor, acho que vou precisar de umas gravatas para usar com esses ternos, não acha? - ecoou a voz de Rogério de dentro do provador, fazendo o vendedor se assustar, quase me derrubando de cima do salto...hahahahaha!
- Claro, senhor! Já estou indo buscar algumas para o senhor! - foi dizendo o Fabrício ao mesmo tempo que sorria pra mim e saia em direção a loja.
Nesse mesmo momento, o cornudo abriu a porta, me puxou pelo braço para dentro do provador.
- Sua puta! Rebolando na pica do cara!! Vadia! Eu vi... - foi dizendo e me fazendo ajoelhar para mamar seu pau, que estava pra fora da calça e dura feito pedra na minha frente. Ele já devia estar batendo punheta e me espiando com o vendedor, pois já tinha babinha pelo pau. Enfiou a rola sem dó na minha boca, segurando minha cabeça e muito rápido socava na minha garganta, me fazendo engasgar e quase nem respirar. Ele gemia baixinho. Eu fui ficando lavada de saliva, que escorria pelo queixo e babando pelo pescoço e caindo nos peitos, tamanha a pressão daquela chupeta.
Deu um puxão no meu cabelo e disse:
- Mama tudo, minha putona!! Amo você, sua biscate!
Aquilo me levou ao céu! Estava no êxtase, já nem me importando onde estávamos!
Quando eu já achava que ele ia gozar na minha boca, o danado me pegou pelos cotovelos, me levantando, me colocou com a cara na parede do provador e nem precisou subir o meu vestido. Só afastou de lado o fio dental, quase arrancando e meteu sem dó na minha xana, até o talo. A bucetona parecia pronta para aquilo, já que recebeu a vara de primeira, sem resistência. Estava quente, macia e cheia de mel.
Levantei a perna e apoiei o pé sobre um puff que estava ali e deixei-me invadir, dando um gemido de gata. Rogério metia com uma fome e tesão, que parecia estar possuído. Com a porta aberta, socava em mim, puxando meu cabelo e dizendo no meu ouvido que eu era uma cadela, putona e biscate, me fazendo gozar com aquela situação. Eu respondia chamando baixinho, ele de corno manso, dizendo que era disso que ele gostava: ser chifrudo.
Até que ele não resistiu e falou que ia gozar. Tirou o pau e gozou do lado de fora da minha buceta, deixando escorrer porra pelo seu pau, pelas minhas coxas e espalhadas pelo chão do provador. Ficamos os dois ofegantes, ali parados no provador, de porta aberta.
- Não se limpa! Quero que você saia assim, pra todo mundo ver que você é uma puta. Com as coxas escorrendo porra. Queria que fosse do vendedor, mas não resisti em não te comer agora! - disse, vestindo a sua própria roupa.
Foi saindo do provador, voltando para a loja.
- Amigo, vou levar só esses dois ternos. - disse se dirigindo ao vendedor Fabrício, que estava parado no meio da loja com as gravatas na mão e foi se dirigindo ao caixa para pagar, parecendo o machão da casa.
Eu passei pelo vendedor, com as coxas colando de porra, dei uma piscadinha pra ele, que sorriu e foi empacotando as compras.
Depois de pagar, Rogério pegou suas sacolas, segurou na minha mão e saiu da loja agradecendo e disse, sorrindo, para o Fabrício:
- Demorou demais com essas gravatas, irmão!!
Será que demorou ou só ficou sem coragem de interromper ? Rs..


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 Logo logo, pacotes de fotos e vídeos quentes a venda! 
Beijocas, safadinhos!

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5 comentários:

  1. Q delícia não sei o q é mais gostoso, a história ou imaginar você gostosa desse jeito vivenciando essa situação, se só de ler fiquei de pau duro imagino o q teria me acontecido se estou nessa loja, pelo menos uma bateria em sua homenagem beijos parabéns pelo blog druba2210

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  2. Nossa que ppkao adorei vc linda, fazer amor com vc deve ser delicioso, vc deve ter uma pegada forte, ahhh eu quero kkk bjs sua linda e parabéns pelo blog.

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  3. Voltando em grande estilo!! Do jeito que Vennus Morena é!! Lindo texto tesudo!!

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  4. Nossa que bunda gostosa

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